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	<title> &#187; Artigos</title>
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		<title>Preparação Física &#8211; Por Marcus Albuquerque</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 17:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Vinicius Flora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[ANÁLISE COMPETITIVA PARA TRANSFERÊNCIA AOS MÉTODOS DE TREINO, ATRAVÉS DA INDIVIDUALIDADE BIOLÓGICA, TÁTICA E TÉCNICA (TOKUI WAZA) INDIVIDUAL E PRESERVAÇÃO GERAL DO ATLETA.
Marcus Albuquerque (Preparador físico da Seleção Brasileira)
O Judô caracteriza-se por uma diversidade de movimentos e uma cinestesia única, com movimentação espaço-temporal com alto nível de complexidade, frequência intensa de trabalhos musculares assimétricos agonistas/antagonistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">ANÁLISE COMPETITIVA PARA TRANSFERÊNCIA AOS MÉTODOS DE TREINO, ATRAVÉS DA INDIVIDUALIDADE BIOLÓGICA, TÁTICA E TÉCNICA (TOKUI WAZA) INDIVIDUAL E PRESERVAÇÃO GERAL DO ATLETA.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Marcus Albuquerque (Preparador físico da Seleção Brasileira)</em></p>
<p style="text-align: justify;">O Judô caracteriza-se por uma diversidade de movimentos e uma cinestesia única, com movimentação espaço-temporal com alto nível de complexidade, frequência intensa de trabalhos musculares assimétricos agonistas/antagonistas e utilização mista dos sistemas energéticos funcionais, dependendo do tipo de tática empregada em cada combate, cada um diferenciado do outro em detalhes singulares.</p>
<p style="text-align: justify;">A toda essa ampla margem de ação competitiva, soma-se um calendário intenso, extenuante, que inclui, em determinados momentos, até dois a três ciclos olímpicos. As características dos modelos de competição e montagens de rankings impõem reviravoltas em planejamentos periodizados sobre duas ou mais possibilidades de desdobramentos de calendários, dependendo do desempenho do(s) atleta(s) nas etapas classificatórias.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1475"></span>Com isso, a principal parte do processo, O ATLETA, fica à mercê de multifatores que fogem ao seu controle quase completamente. Dentre estes, o mais importante é a sua manutenção estrutural física e psicológica, sua saúde plena, sua natureza de competidor, a vontade competitiva e, o supra-sumo, sua gana e garra de campeão, vencedor, sempre. Para melhorar o desempenho e diminuir os problemas, vale a máxima do “quanto menos, melhor!”. Pois por ter múltiplos aspectos, o Judô deve incidir em sintonia fina através de sua especificidade, para preservar e manter o atleta por muitos anos, reduzindo lesões e acúmulo de estresse fisiológico e psicológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das formas de reduzir o excesso de treino é estudar as competições em suas formas de desenvolvimento, ou seja, criar um mecanismo de estudo descritivo dos fatores que acontecem no exato momento da disputa. A isto, chama-se tabela de desenvolvimento de atuação, onde são coletados dados como o tempo de luta (levando-se em conta as divisões de mate/hajime), ataques realizados por tempo fracionado (pode-se utilizar um minuto como padrão), técnicas utilizadas, lateralidade de ações etc., análises estas feitas tanto em relação ao(s) atleta(s) estudado(s) quanto ao(s) seu(s) adversário(s).</p>
<p style="text-align: justify;">A análise das competições, através de “tabelas de desenvolvimento de atuação” (scouts), revela as principais características do desempenho vitoriosa do(s) atleta(s). Estas tabelas incluem o maior número possível de dados a serem coletados e analisados, que podem influenciar diretamente o planejamento e a estruturação dos treinos físicos em todas as suas fases. Na primeira, de análise de dados competitivos e transferência de informações, está a coluna central do desenvolvimento de todo o planejamento de ações, seja de uma equipe, mista ou não, de uma categoria determinada, ou de um indivíduo. Dentro da coleta geral de dados da competição, subdividem-se as principais características da periodização específica: &#8211; gênero.</p>
<p style="text-align: justify;">As diferenças competitivas entre os gêneros focam, principalmente, a diferença entre os níveis de desenvolvimentos das qualidades físicas, incluindo aí aspectos femininos exclusivos, relacionados ao aparelho reprodutor (aumento de peso corporal no período menstrual, TPM, regulação hormonal através de anticoncepcionais etc.). &#8211; classes.</p>
<p style="text-align: justify;">As fases de crescimento e desenvolvimento motor, funcional e psicológico são o cerne do planejamento em longo prazo e deles, e sua melhora funcional, dependem em grande parte a longevidade competitiva do(s) atleta(s). &#8211; categoria.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise intrínseca dos padrões de desenvolvimento das lutas, através dos scouts, apresenta nuances importantes na utilização das qualidades físicas e sistemas energéticos, pelo(s) atleta(s), durante as competições, nas diversas categorias Essa diferenciação vai nortear, basicamente, os treinos específicos de ganho de potência e velocidade, e aprimorar as demais qualidades físicas, baseando-se na tática e técnica individual. &#8211; táticas, tanto própria(s) quanto do(s) adversário(s).</p>
<p style="text-align: justify;">Ponto crucial para o desenvolvimento da utilização dos sistemas energéticos na imposição de ritmo de luta e condução do combate. Dados utilizados para a formatação dos treinos tático-físicos no dojo, com ênfase a mudanças de placar, ataques sucessivos, ganho e manutenção de kumi kata e busca imperiosa de ippon, o mais rápido possível. &#8211; técnicas mais utilizadas, tanto contra quanto a favor.</p>
<p style="text-align: justify;">As tokui waza definem, desde sempre, o programa de desenvolvimento muscular, com suas qualidades físicas específicas competitivas. Para isso, é necessária a “desconstrução” das técnicas, análise biomecânica das principais articulações e grupos musculares envolvidos, e a “reconstrução” da mesma através de exercícios contrarresistência, tanto em aparelhos convencionais (salas de musculação, halteres, anilhas, caneleiras etc.), quanto com utilização de técnicas não ortodoxas, como meios naturais, peso corporal, materiais alternativos (bolas, elásticos, ginásticas acrobáticas, yoga, treinamento de consciência corporal etc.).</p>
<p style="text-align: justify;">As técnicas adversárias auxiliam na criação de treinos táticos e técnicos de defesa, tai sabaki e kaeshi waza, além de influenciar a formação de treinos combinados e criação de novas alternativas de combate. &#8211; condições gerais normais (análise das avaliações morfofuncionais) e situações específicas de lesões ou outros problemas externos que influenciem o desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">A parte principal do treino &#8211; a individualidade biológica. Em determinados momentos, a busca pela vitória extrapola a consciência e rasga a tênue linha entre o ético e o possível. Quando não se medem esforços em busca da vitória a qualquer preço, alguém paga por isso, em determinado momento, e à vista. Por estes fatores, a formação do competidor, desde a base mais simples, em sua tenra infância, deve vir acompanhada de uma formação ética, sensível e responsável.</p>
<p style="text-align: justify;">Através das avaliações das principais fases de crescimento e desenvolvimento ao longo da carreira, os planejamentos em longo prazo ganham uma maior fidedignidade e respeito à natureza morfológica e genética do atleta. Conhecer seus limites, ampliá-los de forma consciente e responsável, calcá-los em uma sólida e longa carreira vitoriosa, são as principais funções dos treinadores em relação aos seus comandados.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro de avaliações constantes e reavaliações comparativas, o cuidado com a assertiva do planejamento, e suas devidas reestruturações, dependendo dos resultados obtidos. As possíveis lesões decorrentes de treinos, competições e momentos pessoais sociais, devem entrar no planejamento concomitante com o tratamento, adaptando-se todas as formas pré-planejadas à nova capacidade funcional do indivíduo. E, partindo deste ponto, refazer os métodos e meios de treino através de uma análise crítica que evite futuros problemas desta ordem.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isto, CRIAR, CRESCER, DESENVOLVER e PRESERVAR são as palavras de ordem no moderno mundo do Judô competitivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.cbj.com.br" target="_blank">CBJ</a></p>
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		<title>Copa São Paulo &#8211; Por George Erwin</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 17:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Vinicius Flora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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A  Copa São Paulo foi muito boa&#8230; tenho vários comentários a fazer aliás.
No  primeiro dia chegamos umas 7h30, ajudamos a arrumar o que faltava (o pessoal da  Praia Grande já tinha deixado quase tudo pronto), o Ikeda nos passou nossa  função e logo em seguida o diretor de Oficiais de Mesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a name="fb_share"></a><script src="http://static.ak.fbcdn.net/connect.php/js/FB.Share" type="text/javascript"></script><br />
<a href="http://jitakyoei.com.br/wp-content/uploads/2010/03/copa2010-e12695466804161.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-955" title="copa2010-e1269546680416" src="http://jitakyoei.com.br/wp-content/uploads/2010/03/copa2010-e12695466804161-210x300.jpg" alt="" width="210" height="300" /></a>A  <strong>Copa São Paulo</strong> foi muito boa&#8230; tenho vários comentários a fazer aliás.</p>
<p style="text-align: justify;">No  primeiro dia chegamos umas 7h30, ajudamos a arrumar o que faltava (o pessoal da  Praia Grande já tinha deixado quase tudo pronto), o Ikeda nos passou nossa  função e logo em seguida o diretor de Oficiais de Mesa da FPJ, Marco Uchida chegou e ajudou a nos posicionar e etc.  Ficamos organizando as duplas em cada área e tal. É extremamente difícil, no  entanto, retirar os técnicos da área. A maioria é bastante cheia de si e diz que  &#8220;alí não atrapalha&#8221;, coisas do gênero. Quando você tem que tirar a mesma pessoa  pela quinta vez (técnico do Palmeiras, por exemplo), começa a ficar chato.  Alguns outros, ainda tinham a cara de pau de dizer que faziam parte da mesa de  honra, mas na verdade, independente disso, não tinha mais cadeiras na mesa  sobrando e eles estavam completamente sem função ali. Alguns árbitros também  acham que estamos alí a passeio e querem tudo pra ontem. O Marco, por sua vez, f  icou em cima o tempo todo, mas é a função dele, e ele até que ajudava bastante  com isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora,  fiquei revoltado com a atitude do responsável pela Praia Grande, um cara grande,  fortão, de óculos. Tivemos de ouvir, depois de 12h em pé trabalhando sem parar  que ele não ia assinar nossas carteirinhas no sábado porque queria ver se íamos  aparecer no domingo. Nada contra assinar no domingo&#8230; mas ouvir isso é  revoltante. Fora que ele chegou em um dos membros de apoio uma hora e disse: &#8220;se  você está sem função, pode ficar alí fora&#8221;, que respondeu no ato deixando ele sem  graça&#8230; &#8220;Não não sensei, eu sou da equipe de apoio da federação&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">No  mais, o campeonato foi de altíssimo nível e deu uma enorme vontade de competir  também. Rolou uma final muito boa entre Vacc e Panini. Felippe Beltrão, o Pinho (Projeto Budô)  lutou bem também. Alguns hansokus make por motivos de catada de perna, nada  muito frequente.</p>
<p style="text-align: justify;">As  decepções vieram no dia seguinte. Quando cheguei ao shiai-jo, às 6h30, vi o  presidente da FPJ, <strong>Francisco de Carvalho Filho</strong>, varrendo em volta do tatami,  sozinho, em quanto diversos atletas dormiam ao redor, no próprio ginásio.  Rapidamente tirei a vassoura dele e passei a varrer com os outros membros de  apoio que me acompanhavam. Ele saiu (Francisco) da área, foi até um quartinho,  pegou outra vassoura e voltou a nos ajudar.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, brigas entre academias, o Palmeiras reclamando  de ser prejudicado por determinados árbitros; além de alguns atletas  revoltantes. Um, estava tomando um shime na boca, o árbitro deu matê, mas o  adversário a princípio não ouviu, e claramente também não viu que o shime não  estava pegando no lugar certo. Como ele demorou pra soltar, quando soltou, o  adversário levantou dando socos nele, pra levar um hansoku make, claro. Mais no  fim do campeonato, o filho do Minakawa vinha ganhando as lutas e criando revolta  nos adversários. Numa semi-final, lutava contra um atleta do interior (ao que me  pareceu), um faixa marrom. No começo da luta fez uma combinação de seoi e  terminou o golpe ajudando com o braço para levantar em um kata guruma. O árbitro  seguiu a luta e a platéia (pois não havia técnico na área) pediu hansoku make. A  luta seguiu e na primeira oportunidade, o faixa-marrom deu um te-guruma de  contra golpe contra o seoi do Minakawa e o arrastou até fora do tatami,  jogando-o de cabeça ao lado da grade, mesmo depois do matê (passaram-se alguns  segundos do matê até ele jogar o Minakawa). No chão, xingou o Minakawa e voltou  ao tatami para tomar um hansoku make&#8230; aí, começou a baixaria, bate bocas com  árbitros e com organizadores do evento.</p>
<p style="text-align: justify;">E a  luta do dia aconteceu de maneira interessante. A organização errou a súmula (ou  errou ou não manteve a decisão de desclassificação de um atleta). Portanto, um  aluno da Vila Sônia, um japonês que lutava muito (faixa-roxa), estava fazendo a  final com um atleta do Palmeiras. Depois de um wazari e um yuko a favor dele, a  organização pára e cancela a luta, dizendo que não poderiam ter eliminado o  outro atleta da repescagem pois ele estava lá e bla bla bla&#8230; O técnico da Vila  Sônia ficou extremamente chateado, mas portou-se de maneira exemplar. O garoto  acabou esperando para refazer a luta, mas com um medo geral entre o pessoal da  Vila Sônia de perder por cansaço (ele tinha feito 6 lutas já). Começou a luta,  ele entrou um golpe q não surtiu efeito, saíram da área&#8230; Rajime de novo, ele  faz a pegada e entra um seoi digno do Koga e enterra o atleta do Palmeiras no  tatami num ippon lindo. O técnico, que tinha ficado falando comigo e tal, olhou  p mim quase chorando e me agradeceu por estar ali acompanhando a luta. Foi tudo  bem emocionante! Bem &#8220;judoístico&#8221; sabe!? Ele falou: &#8220;a justiça foi feita&#8221; e eu  respondi: &#8220;vocês são judocas, por isso ganharam&#8221; (pensando nos absurdos que haviam  acontecido anteriormente com atletas desrespeitosos). Foi bem legal mesmo, valeu  o dia depois de tanta babaquice de outros atletas.</p>
<p style="text-align: justify;">Por  fim, queria falar sobre outra coisa. Estou preocupado com o judô nacional. Nunca  vi tantas pessoas se machucando em campeonato. Praticamente todo atleta que  perdia, saía de ombro enfaixado, com ele luxado, deslocado ou inflamado de  alguma forma. Não sei se as pessoas não fazem mais ukemi ou se quem aplica o  golpe está cometendo muitos erros. Vi muitos seois que jogavam o adversário de  cabeça, gente virando o pescoço e etc. Acho q isso deve ser observado, estudado  e corrigido porque é bem sério. O judô não é um esporte danoso assim, alguma  coisa está sendo feita errada. Se me perguntassem, eu diria que é culpa da  necessidade excessiva de se treinar para shiais, deixando ukemis e treinos  focados em waza de lado. A técnica nova veio para ajudar na forma, mas a meu ver,  evidencia as deficiências de muitos atletas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Este texto foi escrito pelo judoca e jornalista George Erwin que atuou como oficial de mesa na Copa Sâo Paulo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se você tem algo a dizer sobre a Copa São Paulo, por favor não hesite, registre sua opinião em nossos comentários.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Forte abraço a todos.</p>
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		<title>Equipe Jita Kyoei entrevista Floriano de Almeida</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 12:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Vinicius Flora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
Prezados, bom dia.
Primeiramente gostaríamos de agradecer ao professor Floriano pela paciência e oportunidade que nos foi concedida nesta entrevista.
Segue a entrevista. Apreciem sem moderação!
Equipe: Primeiramente gostaríamos de saber um pouco do seu perfil. Sua origem, conquistas, etc.
 Floriano: Sou Floriano Paulo de Almeida Neto, meu primeiro professor foi Fuiyo Oide na Associação de Judô Lapa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a name="fb_share"></a><script src="http://static.ak.fbcdn.net/connect.php/js/FB.Share" type="text/javascript"></script></p>
<p style="text-align: justify;">Prezados, bom dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente gostaríamos de agradecer ao professor Floriano pela paciência e oportunidade que nos foi concedida nesta entrevista.</p>
<p style="text-align: justify;">Segue a entrevista. Apreciem sem moderação!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://jitakyoei.com.br/wp-content/uploads/2010/03/floriano.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-871" title="floriano" src="http://jitakyoei.com.br/wp-content/uploads/2010/03/floriano.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><strong>Equipe</strong>: Primeiramente gostaríamos de saber um pouco do seu perfil. Sua origem, conquistas, etc.<br />
<strong> Floriano</strong>: Sou Floriano Paulo de Almeida Neto, meu primeiro professor foi Fuiyo Oide na Associação de Judô Lapa, há 42 anos, sou formado em Educação Física pela USP e especialista em treinamento esportivo. Fui várias vezes campeão Paulista e conquistei 7 títulos nacionais entre Junior, Estudantil (antigo JEB’s), Universitário, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Medalha de prata no Mundial Universitário e bronze na Shorik Cup. Como técnico os títulos vem através de meus atletas, portanto, participei na conquista de medalhas em mundiais de juniores, seniores, olimpíadas, e outras em campeonatos continentais.</p>
<p style="text-align: justify;">Trabalhei 13 anos no Projeto Futuro em São Paulo, além de clubes como Espéria, São Paulo Futebol Clube e atualmente no Minas Tênis Clube, onde conquistamos 2 títulos de Troféu Brasil e 1 título de Gran Prix nacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe</strong>: Você foi técnico do projeto futuro correto? Fale um pouco sobre o projeto. Como era na época em que estava lá? O quanto contribuiu e ainda contribui para o judô nacional?<br />
<strong> Floriano</strong>: O Projeto foi minha vida por 13 anos. Aprendi muito lá, foi uma universidade, com mestrado e doutorado, uma experiência realmente incrível e mágica. Eu trabalhava com pessoas especiais em busca de sonhos a se realizarem, mas eu olhava um pouco mais à frente e queria que fossem pessoas mais completas, portanto cobrava estudo, atitudes, caráter.<br />
Posso afirmar que pela característica do projeto Futuro como começou que, o Judô de competição no Brasil pode se dividir entre antes e depois do PF, porque lá, conseguíamos manter os atletas na mão praticamente o dia todo e implantar um sistema de treinamento, com uma rotina diária de 2 sessões, onde tentei aplicar um pouco de ciência do esporte apoiando as questões técnicas. Depois disso, várias equipes começaram a reformular o método de trabalho, pois viam sair muitos campeões de lá.</p>
<p style="text-align: justify;">Por alguns anos, a base da equipe Júnior brasileira era de lá, sempre tínhamos 5 ou 6 atletas na seleção de base. Até hoje tem atletas da seleção principal que foram do Projeto Futuro e outros que estão treinando lá, já estão ocupando as vagas de titular.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe</strong>: Entendendo o judô como uma arte e como um esporte, existe diferença no conceito de ensino do judô se compararmos um judoca que treina, se forma e torna-se sensei como alguém que apenas compete judô?<br />
<strong> Floriano</strong>: São coisas distintas, mas que por aqui ainda se misturam. O Judô é algo além da competição, é muito maior que competição. Competição é só uma das vertentes do judô.<br />
Minha filosofia de trabalho é: através da competição, do treino para competição, trabalhar o ser humano que busca o resultado, para que ele perceba que o mais importante de tudo é o caminho que ele trilha para sua maior conquista. Através desse processo ele se torne uma pessoa melhor, não pelo resultado alcançado em si, mas sim por ter conseguido passar pelo processo todo, percorrer o caminho e ter sabido superar todas as dificuldades para atingir sua meta.</p>
<p style="text-align: justify;">Creio que, se tiver formação acadêmica sempre vai sair na frente, se tiver sido competidor vai ter um pouco mais de vivência desse processo de superação que eu falei.<br />
Tem pessoas que tem o dom de trabalhar com crianças, outras com adolescentes e outras ainda, com alto rendimento e todas essas pessoas serão importantes no processo de ensino/aprendizagem. Hoje acho cada vez mais difícil um atleta começar em uma academia e ir seguindo até uma medalha olímpica sem que haja outros profissionais dando suporte, interagindo, com esse atleta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe</strong>: Qual a idade ideal para início da prática? Há diferenças no caso da pergunta anterior?<br />
<strong> Floriano</strong>: Depende de como será o início da prática. Hoje é comprovado o processo da motivação no processo ensino/aprendizagem, portanto as aulas não são mais apenas de fundamentos de Judô em si, há um método de ensino onde se utilizam processos pedagógicos multidisciplinares que fazem a criança se desenvolver de maneira mais ampla do ponto de vista corporal. O sensei de hoje tem que proporcionar à criança possibilidades de vivência motora.<br />
Aí te respondo que a idade ideal para o início da prática está, hoje em dia, relacionada à capacidade do professor que está à frente do grupo de alunos, saber iniciar de forma correta para a faixa etária que tem na mão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe</strong>: Qual sua opinião sobre intercâmbio? Entre academias, estados, países.<br />
<strong> Floriano</strong>: A troca de experiências e de conhecimentos só faz com as pessoas  cresçam. Conhecer novas realidades e novas “verdades” é importantíssimo. Falo assim porque existem tantos “donos da verdade”, no meio do Judô, infelizmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe</strong>: Você acha que o reconhecimento pelo que fez pelo judô veio rápido ou demorou?<br />
<strong> Floriano</strong>: Na verdade, para ser sincero nunca pensava em reconhecimento pelo que eu fazia, eu estava tão envolvido com meus atletas que isso não me chamava a atenção. Reconhecimento não depende de nós, mas sim de quem nos reconhece ou não, o problema é deles.<br />
Hoje sou reconhecido pelo que eu fiz, pelos resultados, mas sei que sou reconhecido pelos atletas com quem trabalhei por outros quesitos além dos resultados.<br />
O Minas Tênis me convidou para trabalhar pelo trabalho que fazia com os garotos de 14, 15 anos, levando-os à seleção e pela postura desses atletas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe</strong>: Sabemos que você foi e ainda é técnico de grandes atletas. Para esses atletas existe treino específico? Qual seria a &#8216;receita&#8217; ideal de treinamento para se tornar um campeão mundial em termos do compromisso do atleta e considerando o treino prático (lutas, entradas, musculação, uso de suplementos, alimentação, etc.) enfim, a rotina do atleta que tem como meta o título mundial/olímpico.<br />
<strong> Floriano</strong>: Quem trabalha comigo sabe que não há treinos especiais para um ou outro. Há momentos especiais que cada um dos atletas vivem e portanto devem ser trabalhados diferente naquele momento específico. O segredo maior do meu trabalho é que eu valorizo estar todos os dias com meus atletas. É o que eu chamo de olho no olho, eu sei exatamente o que está acontecendo com eles, dentro e fora do tatami. (nem tudo, é claro! Rsrsrsrsrs)</p>
<p style="text-align: justify;">Um campeão mundial se forma no dia a dia dele, nas 10.000 horas necessárias, segundo a neurociência, para se considerar “expertise”. Digo isso porque são tantos detalhes que te afirmo não haver receita, pois para cada medalha conquistada tem uma história por trás.<br />
Agora te afirmo que: Determinação, compromisso e não desistir nunca são alguns dos quesitos importantes para a conquista de uma meta ou uma medalha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe</strong>: A nova regra do judô proíbe ataque as pernas do adversário salvo quando sequência, contra-golpe ou pegada cruzada. O que você acha disso? Acha que a regra foi radical?<br />
<strong> Floriano</strong>: Na verdade tenta-se resgatar o judô mais verdadeiro, mais puro. O Judô pagou o preço de se globalizar, chegar dentro da vida de russos, brasileiros, coreanos, americanos, iranianos, etc. Portanto era natural que nesse processo sofresse influências técnicas.<br />
Eu sempre trabalhei dentro do conceito do Judô mais puro, mais próximo da raiz dele lá no Japão. As técnicas de agarres de pernas tinham seu espaço nas competições sim, na minha opinião. Mas o que eu vejo é que os atletas perderam a essência das outras técnicas do judô, já não queriam mais aprender os fundamentos da nossa modalidade, queriam pular etapas e partir só para o agarre.<br />
Agora, tenho que jogar a responsabilidade disso para os professores também, pois se acomodaram e passaram a fazer o aluno/atleta a pular etapas em função do resultado e pararam de ensinar Judô e partiam para ensinar só agarrar as pernas, são os professores que ensinam isso, não é verdade?</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha opinião devemos nos ater um pouco mais ao Judô infantil, em estudar regras adaptadas para crianças, assim como praticamente todas as modalidades já fizeram. Penso que, não se pode ter a mesma regra para um campeão olímpico e para uma criança de 9, 10 anos há de ser regulamentado em nível nacional, já que existem estados que tem regras adaptadas mas no campeonato brasileiro a regra não é adaptada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe</strong>: De acordo com a nova regra técnicas perfeitas do judô geralmente confundidas com “catadas” como kata-guruma ou morote-gari estão proibidas. O que você acha disso? Você não acha que a FIJ matou um pouco do judô clássico?<br />
<strong> Floriano</strong>: Acho que o Judô clássico não dependia dessas técnicas apenas, mas entendo que em um primeiro momento tem que se radicalizar sim para depois se ajustar a bom termo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe</strong>: Como você avalia os recentes resultados do judô brasileiro nos campeonatos internacionais?<br />
<strong> Floriano</strong>: O Judô brasileiro está consolidado mundialmente, os resultados são frutos de um trabalho de muitos professores que há tempos vem dando a vida pelo judô. A CBJ tem muito mérito em ter desenvolvido um sistema de departamentos que trabalham de maneira interdisciplinar que facilita atingirem resultados. Não se pode esquecer do trabalho de cada técnico, seja de clube grande ou não, que está todos os dias com seus atletas na mão e também dos clubes e que investem mensalmente nos seus atletas, para que possam ter condições de seguirem no caminho certo dentro da carreira, e das federações que fazem a interface clubes, CBJ, além de conduzir o judô nos estados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe</strong>: Temos visto que a CBJ anda investindo pesado no judô nacional com treinamentos de campo, seletivas para diversas categorias, médicos especializados como ortopedistas, fisioterapeutas e até ginecologistas, além de todo o apoio de translado, alimentação, equipamentos e etc para os atletas. Até que ponto você acha que este investimento irá gerar resultados para o judô nacional? Acha que a CBJ poderia investir em mais alguma coisa?<br />
<strong> Floriano</strong>: O retorno é sempre positivo sim, pois cada bom resultado, repercute na comunidade do judô nacional, positivamente.<br />
A questão de investimento é bem complexa e creio que a CBJ tem planos concretos para esses investimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Floriano de Almeida.</p>
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		<title>Luís Alberto comenta a nova regra do Judô!</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 16:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Vinicius Flora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Prezados, boa tarde.
Com mais esta valorosa contribuição aumentamos o quorum de postagens na categoria Entrevistas.
As perguntas desta entrevista foram elaboradas pela jornalista e judoca Sarah Mund e respondidas pelo Árbitro Continental FIJ B Luís Alberto dos Santos.
Equipe: Quais são exatamente as novas regras criadas pela FIJ?
Luís Alberto:

Punir com hansoku-make,      as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://jitakyoei.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-858" title="images" src="http://jitakyoei.com.br/wp-content/uploads/2010/03/images.jpg" alt="" width="95" height="137" /></a>Prezados, boa tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">Com mais esta valorosa contribuição aumentamos o quorum de postagens na categoria Entrevistas.</p>
<p style="text-align: justify;">As perguntas desta entrevista foram elaboradas pela jornalista e judoca Sarah Mund e respondidas pelo Árbitro Continental FIJ B Luís Alberto dos Santos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe</strong>: Quais são exatamente as novas regras criadas pela FIJ?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luís Alberto</strong>:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Punir com hansoku-make,      as ações diretas de mão ou braço abaixo da faixa do oponente (tanto      para atacar como para defender).</li>
<li>Na decisão por      hantei, analisar tanto a luta do tempo normal como o golden score.</li>
<li>Dependendo do      número de atletas na chave, fazer a repescagem a partir das oitavas de      final.</li>
<li>Posição      extremamente defensiva punir com shido.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe</strong>: O que motivou a criação dessas novas regras?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luís Alberto</strong>: Resgatar o verdadeiro judô, pois o mesmo estava sofrendo uma descaraquiterização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe</strong>: Como está sendo a adaptação dos atletas brasileiros?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luís Alberto</strong>: Ainda num período de insegurança, muitos por reflexo ainda cometem as infrações novas.<br />
<strong> Equipe</strong>: Qual das regras representa uma maior dificuldade de adaptação?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luís Alberto</strong>: Nas categorias mais leves a postura extremamente defensiva e as &#8220;catadas de perna&#8221;.<br />
<strong> Equipe</strong>: E qual delas tem criado mais polêmica? E por quê?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luís Alberto</strong>: Justamente a que proíbe as ações diretas abaixo da faixa. Porque foi permitido por muito tempo e agora não é mais.<br />
<strong> Equipe</strong>: Que resultados podemos esperar com as novas regras em vigor?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luís Alberto</strong>: Com certeza uma luta mais plástica e muito mais técnica.<br />
<strong> Equipe</strong>: O Brasil tem chances de apresentar melhores resultados internacionais com as mudanças?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luís Alberto</strong>: Os medalhistas olímpicos Leandro Guilheiro e Tiago Camilo já estão mostrando que as mudanças das regras só vieram para contribuir com os bons resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Também o campeão mundial Luciano Corrêa deve sem dúvida manter bons resultados. Todos os atletas que aprenderam &#8220;judô&#8221; e praticam &#8220;judô&#8221; vão se dar muito bem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equipe</strong>: O que está sendo feito para garantir que os campeonatos nacionais sigam as determinações da FIJ?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luís Alberto</strong>: Seminários e cursos para o esclarecimento dos árbitros, atletas e técnicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma ressalva. Nós não teremos na maioria das competições recursos tecnológicos no auxílio com imagens (duas câmeras, dois laptops e comissão de arbitragem em cada área).<br />
<strong> Equipe</strong>: Em uma visão geral, as novas regras podem ser vistas como uma mudança benéfica para o Judô?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luís Alberto</strong>: Sim.</p>
<p style="text-align: justify;">Prof. Luís Alberto</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0; padding-bottom: 0; text-align: center; line-height: 0;">
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0; padding-bottom: 0; text-align: center; line-height: 0;">
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0; padding-bottom: 0; text-align: center; line-height: 0;">
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0; padding-bottom: 0; text-align: center; line-height: 0;">
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0; padding-bottom: 0; text-align: center; line-height: 0;"><a href="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ApQb/~6/3" target="_blank"><img style="border: 0;" src="http://feeds.feedburner.com/com/ApQb.3.gif" alt="Equipe Jita Kyoei - Assine nosso Feed" /></a></p>
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		<title>Lançamento do Livro Esportismo &#8211; Motta e Castropil</title>
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		<comments>http://jitakyoei.com.br/noticias/lancamento-do-livro-esportismo-motta-e-castropil/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 20:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Vinicius Flora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois profissionais de grande sucesso &#8211; os  campeões de judô Rodrigo Motta,  executivo e Wagner Castropil, médico  &#8211; se uniram para mostrar como a prática de esporte pode ajudar num melhor  desempenho profissional, seja qual for a carreira do esportista, e na melhoria  da vida. A teoria elaborada por Motta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://jitakyoei.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Convite_EsportismoSP_2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-842" title="Convite_EsportismoSP_2" src="http://jitakyoei.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Convite_EsportismoSP_2-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a>Dois profissionais de grande sucesso &#8211; os  campeões de judô <em><strong>Rodrigo Motta</strong></em>,  executivo e <em><strong>Wagner Castropil</strong></em>, médico  &#8211; se uniram para mostrar como a prática de esporte pode ajudar num melhor  desempenho profissional, seja qual for a carreira do esportista, e na melhoria  da vida. A teoria elaborada por <strong>Motta</strong> e <strong>Castropil</strong>, ilustrada com inúmeros  exemplos, está no livro <strong>&#8220;Esportismo &#8211; Valores do esporte para o alto  desempenho pessoal e profissional&#8221;</strong>, que a <a href="http://www.editoragente.com.br/">Editora  Gente</a> lança em abril , com prefácio de Abílio Diniz.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A ideia da publicação  surgiu da constatação de que existe um forte elo entre os aprendizados que o  esporte proporciona e o sucesso profissional e pessoal de cada um. &#8220;Nossa intenção é mostrar que as qualidades advindas do  esporte não ajudam apenas na vida executiva. Podem ser aplicadas nas diferentes  profissões e situações de vida, como juntar dinheiro para fazer uma viagem,  melhorar a relação com os filhos em casa ou lutar contra uma doença&#8221;, escrevem  os autores. Eles são os próprios exemplos da relação entre a prática de esportes  e o sucesso na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Depois de  intensa pesquisa, <strong>Motta</strong> e <strong>Castropil</strong> concluíram que os valores essenciais do  esporte podem ser definidos como &#8220;atitude, visão, estratégia, execução e <em>teamwork </em>(trabalho em equipe)&#8221;. Assim,  dividiram o livro em cinco capítulos. Cada um com explicações sobre um dos  valores e enriquecido com relatos pessoais,  pequenas e saborosas histórias de aplicação da  experiência esportiva no dia a dia por personalidades das mais diversas áreas,  incluindo, grandes atletas, como o jogador Kaká, o técnico de vôlei Bernardinho  e o ex-judoca <strong>Aurélio Miguel</strong>, primeiro brasileiro a tornar-se campeão  olímpico na modalidade, em 1988, nos Jogos de Seul, na Coreia do  Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A história da  persistência de <strong>Motta</strong> na superação de um grave acidente, aos 29 anos, quando  praticava judô, serve de incentivo para que o leitor avance na leitura. Com  tratamentos para recuperação e depois de várias cirurgias, Rodrigo reencontrou  com Wagner, antigo colega de treinos no tatame. &#8220;Por ter a atitude de não  aceitar aquela situação, Rodrigo teve também disciplina para chegar ao seu  objetivo, que foi voltar a andar, fazer atividade física, treinar judô,  jiu-jítsu e competir&#8221;, conta Castropil.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Kaká também é  citado como pessoa de atitude por ter agido de maneira ativa, se impondo metas,  quando se recuperava de um acidente em um tobogã, aos 18 anos, que por pouco não  deixou o campeão mundial tetraplégico. Para convencer de vez que a persistência  acompanhada de atitude é fundamental, os autores lembram a lição de Thomas Edison: &#8220;O gênio é formado por 2% de  inspiração e 98% de transpiração.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No fim deste guia prático,  que trata o esporte como verdadeiro agente de mudança, essencial na vida, há um  complemento com uma série de perguntas e questões para ajudar o leitor a fazer  uma reflexão, tomando como referência pessoas que estão à sua volta. A ideia é  que o leitor possa perceber exemplos de funcionamento do modelo sobre o qual  acabou de ler e transferi-los para sua vida. &#8220;Ao final da leitura, esperamos, de alguma maneira, ter sido úteis na percepção de  como o esporte enriquece a vida de modo geral&#8221;, afirmam os  autores.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Sobre os  autores:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rodrigo Motta</strong> tem a vida ligada ao esporte: judô, jiu-jítsu e polo aquático. No judô é faixa  preta 5º DAN, tendo sido bicampeão sulamericano  master, tricampeão brasileiro máster, campeão paulista máster, seis vezes  campeão paulista universitário, e detém vários outros títulos. No jiu-jítsu  também é faixa preta, já foi campeão mundial  master e tricampeão do Internacional Máster &amp; Sênior. Além disso, é  formado em administração pública pela EAESP/FGV, pós-graduado em administração  com ênfase em marketing pela FAE/CDE-PR. Possui MBA em área de concentração em  varejo pela FEA/USP e é mestre em administração pela PUC-SP. É co-autor do livro  <em>Estratégias de marketing para varejo</em> (Editora Novatec, 2007) e do livro &#8220;<em>Trade  marketing: teoria e prática para gerenciar os canais de distribuição</em>&#8221;  (Editora Campus, 2008).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Wagner Castropil</strong> integrou a Seleção Brasileira de judô de  1985 a  1992. Conquistou o tricampeonato brasileiro, Campeonato Sul-Americano e o  Campeonato Pan-Americano. Fez parte da equipe olímpica que foi aos Jogos de  Barcelona, na Espanha, em 1992, que trouxe para o Brasil a segunda medalha de  ouro da história da modalidade, com Rogério Sampaio. Formou-se em Medicina pela  USP e especializou-se em Ortopedia e Medicina Esportiva com Mestrado e  Doutorado. Participou de mais duas edições de Jogos Olímpicos: em Atenas, na  Grécia, em 2004, e em Pequim, na China, em 2008, como médico da Seleção. É fundador do Instituto Vita e conhecido pela grande  mídia como &#8220;Doutor Olímpico&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=98183961&amp;tid=5440197295865344594&amp;start=1" target="_blank">Clique aqui para conferir as datas do Lançamento </a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0; padding-bottom: 0; text-align: center; line-height: 0;">
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0; padding-bottom: 0; text-align: center; line-height: 0;">
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0; padding-bottom: 0; text-align: center; line-height: 0;">
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0; padding-bottom: 0; text-align: center; line-height: 0;">
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0; padding-bottom: 0; text-align: center; line-height: 0;"><a href="http://feeds.feedburner.com/~r/com/ApQb/~6/3" target="_blank"><img style="border: 0;" src="http://feeds.feedburner.com/com/ApQb.3.gif" alt="Equipe Jita Kyoei - Assine nosso Feed" /></a></p>
<p style="margin-top: 5px; padding-top: 0; font-size: x-small; text-align: center;"><a onclick="window.open(this.href, 'haHowto', 'width=520,height=600,toolbar=no,address=no,resizable=yes,scrollbars'); return false" href="http://feedburner.google.com/fb/a/headlineanimator/install?id=k9t6abbqi4e0u0orqi2p2nguno&amp;w=3" target="_blank">? Grab this Headline Animator</a></p>
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